SALVE MADRINHA...SALVE!!!
UM GRANDE BEIJO N'ALMA
OPUS 1
Eu não sei...
Se você souber,
diga...
Eu só sei de ti
Em mim:
- Como saudade
... como desejo
... como querer!
Além disso não sei!
OPUS 2
São tantas a vezes
que os olhares povam a noite
incomodando em silêncio
a essência das indagações...
São tantos os matizes,
que as serenas nuances dos seres
são estendidas às janelas d'almas
Como velhos trapos
no impessoal balançar
de um fim de tarde...
São tantas as coisas,
que prefiro não me ater a nada
OPUS 3
AMA,
como um gesto lançado ao ar
como o grito solto ao léo
como o sonhar suave
aconchegado na madrugada...
LEMBRA,
não de esqueça de lembrar
se era eu ou era você
que gostava
de gostar...
de gostar...
OPUS 4
"esquecer-se-á de lembrar... não lembrar-se-á de esquecer"
Sentir nas veias,
circular um sentimento...
Hálito e vento,
Brisa solta nas manhãs
Conta/canta no tempo
um desenho de saudade...
"a verdade,. como a beleza, está nos olhos de quem a cultiva"
...o amor vai queimar no tempo até o último dos homens..
(Hoje me machucaram o espírito!)
OPUS 5
É em noites como essa que me lembro de você...
sob o olhar brilhante da lua,
E na sonata da brisa da madrugada.
Sua figura esguia
seus olhos distantes;
silenciosos...
Pousados n'algum lugar -
saudosos...
Me lembro de ti no cair das tardes...
No rosto,
o mistério do crespúsculo
Na pele delicada,
a musicalidade do sentir...
Espírito sereno, docemente atribulado...
Nada soube de ti,
no entanto muito sei.
Posso ouvir seus passos delicados
Seu rosto na moldura da porta...
Posso ver teus sonhos,
no reluzir d'um copo.
Pouco dissestes
- Muito mostrastes.
Me lembro de ti, nos raiar da manhã
no nascer do Sol,
Nas gotas de orvalho
enfeitando de pérolas líquidas
as pétalas de suas flores,
Sob o canto de seus pássaros...
Me lembro de ti em minha tristeza
Tristeza serena, dura - silenciosa,
...sei do que sentias e teu silenciar...
Sei do que dizias...
Na madrugada,
vejo coisas belas,
E em todas elas,
Vejo a ti.
OPUS 6
Aceno, e mergulho...
O sonho imerso no azul
A dor latejante - serenidade no saber
Sentir-te
Abandonar-me em sua beleza...
Óh! Tristeza infinda
Chama e luz em minha saudade
Nada sabe o meu coração
De meus sentimentos bandidos...
A vida, doce
esvai-se em silêncio
Almejando sempre o momento seguinte...
O desejo atinge o ser
O lamento me nega - te nega em mim
Óh! Saudade infinda
Onde anda aquele olhar sonhado
Aquele sorriso desejado
- A sua presença furtiva?
Meu ser espera e busca
E na busca impaciente - aguarda
E eu aqui, nada sei.
Só saudade
só devaneio...
Só abandono em teus "olhos blues"
- Muito mostrastes.
Me lembro de ti, nos raiar da manhã
no nascer do Sol,
Nas gotas de orvalho
enfeitando de pérolas líquidas
as pétalas de suas flores,
Sob o canto de seus pássaros...
Me lembro de ti em minha tristeza
Tristeza serena, dura - silenciosa,
...sei do que sentias e teu silenciar...
Sei do que dizias...
Na madrugada,
vejo coisas belas,
E em todas elas,
Vejo a ti.
OPUS 6
Aceno, e mergulho...
O sonho imerso no azul
A dor latejante - serenidade no saber
Sentir-te
Abandonar-me em sua beleza...
Óh! Tristeza infinda
Chama e luz em minha saudade
Nada sabe o meu coração
De meus sentimentos bandidos...
A vida, doce
esvai-se em silêncio
Almejando sempre o momento seguinte...
O desejo atinge o ser
O lamento me nega - te nega em mim
Óh! Saudade infinda
Onde anda aquele olhar sonhado
Aquele sorriso desejado
- A sua presença furtiva?
Meu ser espera e busca
E na busca impaciente - aguarda
E eu aqui, nada sei.
Só saudade
só devaneio...
Só abandono em teus "olhos blues"
Nenhum comentário:
Postar um comentário